CRM Educacional

Você utiliza informações do mercado na comunicação para a captação e permanência dos alunos?  Elas podem ser importantes na conversão daquele seu interessado que está na dúvida sobre qual destino seguir. Ou então para a permanência daquele aluno que está demonstrando tendência em evadir. Veja um exemplo: O Índice de Empregabilidade do Ensino Superior, levantado trimestralmente pelo Semesp, mostra que há aumento no valor médio de remuneração dos profissionais com ensino superior. Mas voltando ao mesmo patamar antes da crise econômica deflagrada no país em 2015. De acordo com o levantamento, a remuneração média dos homens empregados com ensino superior entre 25 a 29 anos. É 119% superior em relação aos empregados com ensino médio.  No caso das mulheres, essa diferença salarial por escolaridade é de 99%. Por que estas informações são relevantes na captação e permanência? Além disso, pode trazer uma visão otimista para aqueles que almejam fazer uma graduação. Ou ainda para aqueles que estão na dúvida se continuam na faculdade ou não, ele ainda retrata um assunto muito atual: a disparidade dos salários entre homens e mulheres. Ou seja, os dados citados possibilitam duas vertentes de discussão: 1) Profissionais com ensino superior ganham mais que aqueles
Para uma instituição de ensino superior (IES) é fundamental conquistar um número cada vez maior de novos alunos, além de reter os que já estão estudando nela. Mas para que haja um controle preciso desses números é necessário contratar um crm – software de gestão educacional. Essa ferramenta traz inúmeras vantagens, como: Apesar disso, algumas instituições ainda têm objeções para implementar um CRM. Neste artigo trazemos as mais comuns e mostramos a você como superá-las para ter este tipo de software na sua gestão: 1. É muito complicado de usar A primeira objeção que costuma aparecer quando o assunto é CRM educacional é justamente a dificuldade de seu manuseio.  Mas, o difícil não é usar a ferramenta e, sim, realizar a troca. Afinal, você não nasceu um expert em planilhas de Excel, não é mesmo?  Muitos sentiram dificuldade no começo, mas acabaram aprendendo no fim das contas. O mesmo ocorre com o software de gestão educacional.  Pode parecer complicado nos primeiros dias de implementação, mas logo se tornará tão simples quanto as demais tarefas do seu dia a dia. 2. Tem muitos problemas técnicos O CRM tem diversas funções voltadas a atender até mesmo os mais minuciosos pontos da gerência
O site é novo! Mas a experiência em mercado educacional, ah! Essa só amadurece. Novo layout, novo conteúdo, novo formato. Mas isso significa que temos novos caminhos para você trilhar e aprender sobre o CRM Educacional e também sobre os desafios do mercado educacional. Tudo isso de maneira mais prática, legível, estética e com um trabalho importante pensando na sua usabilidade. Dividimos em seções bem diretas e fáceis de encontrar e navegar, como as páginas de produtos, que apresentam nossas soluções de forma direta para você entender qual o CRM ideal para a sua IE. A página de aprendizado, onde você vai encontrar conteúdos e materiais ricos sobre o mercado educacional e as tecnologias e inovações que surgem a todo instante para auxiliar no seu dia a dia;  A página de contatos, por onde você vai poder entrar em contato com a gente por e-mail, telefone, formulário de perguntas e até mesmo WhatsApp. E claro, a página de carreiras – na qual vamos divulgar todas as oportunidades da CRM Educacional para fazer o time crescer, produzir e prosperar: todos juntos. Indo direto ao ponto, as descrições das funcionalidades são mostradas de forma clara e simples, propiciando entendimento com facilidade
Desde 2014, a procura por financiamentos estudantis por alunos e candidatos ao ingresso em instituições de ensino privadas têm aumentado exponencialmente. Mas a boa notícia é o surgimento do novo termo “financiamento estudantil privado”. Por isso basta pensar que até 2017, segundo o Censo da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Esse número praticamente duplicou. Esses dados têm muito a ver com a crise econômica vigente no país desde este período. E consequente aumento da competitividade de mercado em praticamente todas as profissões. O que exige algum tipo de especialização por parte de quem procura ou quer melhorar de cargo. Mas o que é financiamento estudantil privado? É um meio mais acessível. Mas principalmente a nível burocrático, de ofertar descontos e bolsas para os alunos que precisam de auxílio financeiro para ingressar e realizar o curso desejado. Além dos conhecidos FIES e Prouni, no mercado já existem instituições privadas especializadas em financiamentos estudantis não governamentais, como o Pra Valer, mas há uma nova tendência em ascensão neste meio, que são os financiamentos próprios, que são planejados e oferecidos de acordo com as regras e condições das próprias IE. Houve uma mudança do
A expansão do ensino superior no Brasil iniciou-se no final dos anos 60 com a expansão do ensino superior privado.  Entre 1960 e 1970, além das instituições confessionais já existentes, começou a se estruturar um setor privado de instituições isoladas. Sendo assim auto sustentáveis devido às mensalidades cobradas. Em meados de 1973, o Brasil passava por uma crise econômica, com a queda das taxas de crescimento e retração do mercado de trabalho. Por isso as instituições privadas sentiram os impactos que demandaram do governo algum tipo de apoio. Mas que vem, em 1975, com o nome de Programa de Crédito Educativo (CREDUC), programa que financiava as mensalidades e custeava os estudantes de cursos de graduação utilizando o critério de renda familiar.  Os juros eram de 15% ao ano e o aluno começava a pagar um ano depois de formado proporcional ao salário do beneficiário. Segundo o MEC, o CREDUC beneficiou “mais de 870 mil estudantes”.  Crise econômica Com a crise econômica instalada nessa década, o aumento da inflação e dificuldades dos formandos se colocarem no mercado de trabalho. E assim aumentou para mais de 50% a inadimplência, o programa se torna deficitário demais para o MEC.  No final de
Todo o processo de matricular novos alunos envolve muitas fases, desde as micro e macro conversões. Ações de estímulo, réguas de relacionamento com os leads…até o momento em que o candidato decide estudar na sua IE. E os resultados não saem aquém do esperado quando a estratégia e as ações da sua IE saem de embasamentos bem desenhados (a partir de dados e informações obtidos facilmente de um sistema CRM, por exemplo). Mas existe uma linha muito tênue entre o número de inscrições e o número de matriculados. O fato é que apesar dos termos serem ambos objetivos das IES, inscritos configuram oportunidades e matriculados são conversões finais. O atingimento da etapa final de todo o trabalho de captação de alunos. Agora pense. O seu número de inscritos já está muito bem trabalhado, os fluxos estão funcionando. E o seu setor de atendimento e vendas está com uma longa fila de ligações. Assim como os tickets estão surgindo a todo o vapor, mas por fim, não estão acontecendo tantas matrículas assim. O que será que está acontecendo, afinal? Em um mercado competitivo como ensino superior privado, temos a sorte – e talvez, em alguns casos, nem tanto assim. De

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