Perdeu o XIV CBESP? Nós resumimos para você!  

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resumo cbesp

Como acontece o CBESP?

Referência nacional para o setor, o CBESP é um evento promovido pelo Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular e reúne, a cada edição, reitores, mantenedores, autoridades, educadores e formuladores de políticas públicas para educação de todo o Brasil e propicia aos participantes troca das mais diversas experiências. Em 2022, o congresso aconteceu no Costão do Santinho Resort, em Florianópolis/SC, nos dias 5, 6 e 7 de maio.  

Durante três dias, os participantes estiveram imersos em atividades e debates acerca do tema “Criatividade e inovação na construção da educação superior pós-pandemia”. 

XIV CBESP

reunião CBESP

Na abertura do Evento, o ministro da Educação, Victor Godoy Veiga, fez uma retrospectiva das atividades realizadas pelo MEC durante a pandemia e antecipou o anúncio da política nacional de recuperação de aprendizagens.  

“Neste mês de maio vamos anunciar o lançamento de uma política nacional de recuperação das aprendizagens que têm três eixos fundamentais. A recuperação das aprendizagens, o combate à evasão e abandono escolar, o terceiro eixo, a inovação e a tecnologia para a educação brasileira”, informou o ministro. 

Outros dois temas destacados por Veiga foram a aprovação da Medida Provisória do ProUni, que ampliou o acesso de estudantes de escolas particulares ao programa. E a portaria que permite a oferta de cursos técnicos pelas instituições de ensino superior.

“No momento em que temos a implantação do novo ensino médio, são transformações importantes para nossa educação básica”, avaliou.  

A palestra magna de abertura foi realizada com o CEO da N Ideias, empresário e publicitário, Nizan Guanaes, Celso Niskier, e a moderação de Daniel Castanho, vice-presidente da ABMES.

O bate-papo abordou uma nova perspectiva de ver a educação oferecida aos alunos por parte das instituições privadas de ensino superior. “É tempo de desaprender, de oferecer valor e aquilo que realmente os alunos querem”, explicou Guanaes.  

A conversa abordou a importância da inovação das diversas maneiras, da apresentação da instituição à abordagem do aprendizado.

Vocês têm que ir além dos auto sabotadores e encarar as mudanças. Buscar referências de outros setores e trazer a educação para a vida inteira, porque essa é a realidade agora”, recomendou o publicitário. Ele também sugeriu que superassem a guerra de preços. “O que vocês fazem é inestimável. Se deixarem a guerra de preços de lado, todos ganham”, concluiu.

Para encerrar o primeiro dia dos trabalhos do congresso, Paulo Ricardo abrilhantou o evento com sucessos de sua carreira num show que animou bastante os participantes do XIV CBESP.  

Segundo dia de CBESP

O segundo dia começou com um painel sobre Experiências criativas e inovadoras de instituições educacionais baseadas no exterior. Com a participação de representantes da Must University, SingularituU Brazil e Associação Portuguesa para a Inteligência Artificial, expuseram seus projetos e os impactos positivos dentro e fora do Brasil.   

A vice-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Débora Guerra, sintetizou as apresentações. “Um dos nossos objetivos em colocar este painel como um dos primeiros desta edição foi o de pensar globalmente. Nós somos responsáveis, como educadores, em discutirmos globalmente os problemas que existem e queremos fazer isso coletivamente”, pontuou.  

professores cbesp

Experiências criativas e inovadoras de instituições de ensino brasileiras também marcaram a manhã do segundo dia do XIV Congresso Brasileiro de Ensino Superior Particular (CBESP). Os cases foram apresentados por representantes da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein (Saraiva Educação), Instituto de Tecnologia e Liderança (Inteli), Instituto de Tecnologia ITuring e Link School of Business.  

O diretor executivo da ABMES, Sólon Caldas, sintetizou o segundo painel da manhã levantando três pontos principais. O potencial de transformação da educação e a necessidade de um projeto robusto de financiamento do próprio mercado para ampliar o acesso dos estudantes ao ensino superior; a mudança de percepção transformando a regulação em consequência do processo educacional inovador; a aproximação dos projetos acadêmicos com o mercado de trabalho, por meio de parcerias.  

Nos últimos 10 anos o presencial teve uma retração de matrículas de 13% e o EAD teve um crescimento de 428%. As instituições precisam utilizar a tecnologia em favor da formação e muitas foram pegas de surpresa durante a pandemia. A maioria se adaptou rapidamente, mas a duras penas. 

 A gente sabe dos desafios que isso traz, mas precisamos implementar esse processo”, conclui. Na parte da tarde, o terceiro painel falou sobre Projetos Criativos e Inovadores, com cases apresentados pelos representantes do Centro Universitário Unicarioca, Instituto Êxodos e MetaRed X e também da Liga Educacional.

O diretor executivo do SEMESP, Rodrigo Capelato também teve o desafio de sintetizar o painel, destacando os principais pontos: O primeiro referente à diferença entre criatividade e inovação, onde o primeiro é o estímulo de ideias e o segundo é colocá-las em práticas.  

O segundo foi relacionado à atuação do Instituto Êxodos, com o propósito de impactar os jovens das escolas públicas. Capelato citou: “Hoje temos um problema gravíssimo nesse tema: Atualmente são 3 milhões de jovens que iniciam no Ensino Médio e apenas 1,7 milhões concluem essa etapa na sua formação.  

Destes que concluem o ensino médio, apenas 1,3 milhões ingressam no Ensino Superior. A cada ciclo, perdemos quase 2 milhões de jovens e sem dúvida o empreendedorismo é uma forma de impactar essas pessoas e trazer mais sentido à educação”.

Além disso, Capelato também destacou o case de transformação digital da Unicarioca como exemplo de impacto na experiência do aluno, tanto em aspectos administrativos quanto acadêmicos. Por fim, também citou a importância das instituições atuarem em rede, em referência à apresentação do case da Liga Educacional.  

Todas as IES precisam atuar em redes, sendo elas grandes, médias ou pequenas, por missões e tipos diferentes, a atuação em rede do setor é simplesmente a formado setor sobreviver e potencializar o que as instituições podem entregar para a sociedade”, resumiu.  

Depois desse importante painel, iniciaram-se diferentes oficinas temáticas, onde os participantes dividiram-se em 5 grupos de trabalho diferentes, sendo: Criatividade e Inovação como Elementos Essenciais na Educação Superior Transformadora, Quadrantes Híbridos como Inovação Curricular na Educação Superior, Curricularização da Extensão no Pós-pandemia, Modelos Pedagógicos Criativos e Inovadores como Saberes e Fazeres na Educação Superior e Avaliação Externa Virtual in loco Como Inovação no Contexto do Sinaes.  

Último dia de CBESP

No último dia, já caminhando para o encerramento do evento, houve ainda dois painéis apresentados pela manhã: Representantes da YDUQS, Plataforma Peixe 30 e Bossa Nova Investimentos debateram o tema “Edtechs que estão revolucionando o mercado”, com a apresentação dos cases das organizações participantes.  

E finalmente, o último painel teve o tema “Políticas Públicas Criativas e Inovadoras”, com a coordenação de Rui Otávio, presidente do SEMERJ e Paulo Cardim, representante da Confenem e com a exposição de José Henrique Paim Fernandes,  Ex-ministro da Educação e diretor do Centro de Desenvolvimento da Gestão Pública e Políticas Educacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Joaquim José Soares Neto, Presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE), Luiz Roberto Liza Curi, Conselheiro da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE) e Danilo Dupas Ribeiro, Presidente do Inep.

Antes de encerrar o XIV CBESP, houve ainda uma palestra especial sobre a Nova Economia Digital e a Educação Superior – ameaças e oportunidades, com Pedro Dória e Marcelo Chucre. 

E nas considerações finais do evento, houve a leitura da Carta de Florianópolis. O documento apresentou dez propostas para o desenvolvimento do ensino superior brasileiro. Elaborada pelo Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior, as propostas visam o crescimento, a qualidade, a inovação e o incentivo de parcerias entre os setores público e privado. Segundo o texto, as iniciativas devem nortear a atuação do Fórum e as políticas públicas brasileiras nos próximos anos. 

Conteúdos abordados no artigo:

  • Modernizar o marco regulatório da avaliação e da supervisão
  • Criar um novo modelo de financiamento estudantil
  • Ampliar o ProUni e reabrir o ProIES
  • Oferecer linhas de financiamento para estímulo à inovação nas IES 
  • Aprovar uma reforma tributária justa para a educação
  • Desenvolver mecanismos de integração da educação superior com a educação básica
  • Revisar a legislação da educação brasileira para contemplar as metodologias híbridas
  • Integrar as IES ao mundo do trabalho
  • Ampliar a participação das IES privadas nos conselhos de órgãos de governo
  • Estimular a internacionalização da educação superior particular
Consultor especialista em tecnologia para gestão de relacionamentos na educação e faz parte da equipe de negócios na CRM Educacional. Tem o compromisso de transformar inscrições em matriculas e matrículas em diplomas. Formado em Gestão de Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi, possui 10 anos de experiência em CRM, sendo os últimos 6 anos dedicados em ajudar as instituições de ensino do Brasil com Captação, Retenção e Fidelização de alunos.

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