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Como trabalhar as soft skills das equipe da sua IE

Como trabalhar as soft skills das equipe da sua IE

Publicado em 28 fevereiro 2018 e escrito por

Se há alguns anos bastava que o profissional tivesse expertise em suas habilidades técnicas para se destacar no mercado de trabalho, hoje a realidade é bem diferente: é preciso que a competência técnica esteja no mesmo nível das soft skills ou competências emocionais.

As soft skills  ou seja, as habilidades relacionadas à comunicação e aos relacionamentos interpessoais  são cada vez mais valorizadas em qualquer área de atuação e nível hierárquico. Elas deixaram de ser um diferencial e constam agora como algo necessário principalmente na área da educação, que lida direta e constantemente com pessoas.

Comunicar-se bem, trabalhar em equipe, gerir o próprio tempo, ter empatia e adaptar-se a mudanças são algumas dessas soft skills, que podem ser decisivas para colaboradores de instituições de ensino superior  especialmente na retenção dos alunos, onde o relacionamento que a IES estabelece com sua comunidade exerce um papel fundamental.  

Quer entender como desenvolvê-las e ajudar os colaboradores da sua IES a aprimorá-las? Confira as nossas dicas!

Acompanhamento personalizado das soft skills

Mesmo que a instituição não tenha um programa de acompanhamento personalizado para que os colaboradores trabalhem as suas soft skills, você, gestor, pode criar um programa destinado exclusivamente para seu departamento.

Existem várias metodologias disponíveis para o desenvolvimento de soft skills. Uma de fácil implementação que posso sugerir, é desenvolver um plano de ação direcionado para a soft skill desejada, com acompanhamento de psicólogo e orientado conforme as necessidades de cada colaborador

Segundo pesquisa do site de recrutamento americano CareerBuilder, que analisou respostas de 2.138 gestores e profissionais de recursos humanos nos Estados Unidos após o trabalho personalizado com suas equipes (16% dos entrevistados), as “soft skills” se tornaram até mais importantes que a capacidade técnica na hora de se fazer a avaliação do colaborador e trouxe resultados incríveis na produtividade da equipe.

Comunicação

Uma boa comunicação  entre os colaboradores da IES contribui muito para que os alunos confiem na instituição, que passará a ter uma imagem de organização séria  e  harmônica. Lembre-se que o relacionamento com os discentes é decisivo para um bom índice de retenção de alunos.

A realização de dinâmicas de grupo, simulações de entrevistas e pequenos seminários pode estimular os colaboradores a trabalharem está soft skill. Também é possível dar feedbacks acerca do seu trabalho junto aos alunos.

Trabalho em equipe

Seja liderando ou somando suas ideias com os demais integrantes da equipe, o profissional deve conseguir trabalhar de forma conjunta com outras pessoas. Incentivar o compartilhamento de informação e a delegação de tarefas são formas de a instituição dizer que todos fazem parte de um mesmo time e devem trabalhar juntos.

O trabalho cooperativista é uma excelente forma de trabalhar esta competência, pois os colaboradores poderão trabalhar em conjunto, transmitindo seus conhecimentos e aumentando o rendimento em suas atividades.

Flexibilidade

Nem sempre as coisas correrão conforme o planejado ou de modo que agrade a todos os colaboradores da IES. Então, trabalhar a resiliência da equipe, poderá reduzir o estresse e o descontentamento que muitas vezes são provocados pela pressão do trabalho e pelas  novidades  que acontecem no dia-a-dia da instituição.

Muitas vezes, a falta de informação pode gerar receio em relação às mudanças. Explicá-las detalhadamente, seus impactos, os pontos positivos que trarão ao ambiente de trabalho são maneiras de incentivar o desenvolvimento desta soft skill.

Solução de problemas e conflitos

Durante a rotina de trabalho, podem surgir diversos tipos de situações conflituosas, que demandam inteligência emocional do colaborador para solução rápida e eficaz. O psicólogo responsável pelo acompanhamento pode atuar junto ao colaborador, elaborando feedbacks de suas decisões e soluções, bem como sugerindo melhorias. 

Também é importante que a gestão dê autonomia ao colaborador para as tomadas de decisão. Assim, ele será responsável pelas suas ações e desenvolverá a competência de modo mais eficiente.

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Sobre o autor:

Augusto Guimaraes Consultor especialista em tecnologia para gestão de relacionamentos na educação e faz parte da equipe de negócios na CRM Educacional. Tem o compromisso de transformar inscrições em matriculas e matrículas em diplomas. Formado em Gestão de Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi, possui 10 anos de experiência em CRM, sendo os últimos 6 anos dedicados em ajudar as instituições de ensino do Brasil com Captação, Retenção e Fidelização de alunos.

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