Captação de Alunos

Quando se trata de atrair alunos para uma instituição educacional, a pergunta fundamental é: Como captar alunos de forma eficiente? Certamente, a aplicação da estratégia da macro captação de alunos é uma ótima resposta para esse questionamento. A macro captação de alunos parece simples à primeira vista, mas há pontos importantes a considerar. Principalmente em um momento como o atual, com muita instabilidade econômica afetando diretamente o segmento educacional. Que tal aproveitar a estratégia de macro captação de alunos para alavancar o número de novas matrículas na sua escola? No post de hoje, falaremos sobre o que é macro captação de alunos e como utilizar na sua instituição de ensino. A macro captação de alunos Como fazer macro captação de alunos em escolas? Sei que essa resposta deve estar na ponta da sua língua, mas preciso explorar algumas características desta técnica, para te mostrar o que é possível fazer dentro das ações que você já costuma fazer na sua escola. É claro que essa é uma ideia bem superficial desta técnica, mas não foge muito disso.  Esse tipo de ação se torna bastante eficaz diante da crise que enfrentamos no nosso país, que tem tornado investimentos assuntos delicados, principalmente
Enfim chegamos à fase final do funil. Pois é, já escrevi sobre quase todas as fases de decisão de um possível aluno, faltando apenas a derradeira, a matrícula. Mais especificamente, matricular mais alunos na sua IE. Isso significa que se você conseguir matricular mais alunos e colocar em prática tudo o que disse até aqui, na sua próxima campanha de vestibular, terá ferramentas poderosas para vencer o desafio que é captar alunos no atual cenário brasileiro. Neste último post da série sobre o funil de captação de alunos, vamos falar sobre o momento em que as ações se convertem em resultados.  Tudo o que você fez até aqui refletirá no seu número de aprovados e agora é importante entender como consolidar seu posicionamento e se mostrar como a opção mais atrativa para este candidato aprovado efetivar sua matrícula. Vamos logo começar nosso papo de hoje: o que você faz com os candidatos aprovados no vestibular? Tendo em vista a perda que ocorre na transição de candidato aprovado para aluno matriculado, vamos discutir um pouco sobre as causas desse movimento de desistência.  O que leva um indivíduo que mostrou interesse em ingressar em um curso superior, se inscreveu na sua
Outro dia, assistindo uma palestra sobre planejamento de campanhas de captação de alunos e inteligência de mercado na área educacional. Então o palestrante fez uma pergunta muito pertinente e que para minha perplexidade, possui pouquíssimas respostas corretas.  A pergunta era: “onde vocês conseguem os números dos seus concorrentes, como alunos matriculados por curso por exemplo?”  Sons de grilos ao fundo….  Nenhum suspiro do tipo “ah eu sabia, mas estava com vergonha de falar”. Os grilos ficaram mais altos. Bom, considerando a audiência que era 100% composta por profissionais da área de ensino, fiquei extremamente surpreso. A resposta é simples: no Censo da Educação Superior do MEC.  Agora vamos lá, considere as vantagens e desvantagens de atuar na área educacional. Quais são as maiores vantagens e maiores desvantagens para você, não como profissional, mas pensando no segmento de educação?  Podemos considerar que é um segmento muito competitivo. Que possui muitas regulamentações, com interferências e influências diretas do governo e que se trata de um segmento em estruturação. É relativamente novo no Brasil…. entre diversos outros pontos.  Contudo, na minha opinião, a maior vantagem é que temos disponíveis dados muito confiáveis do mercado. Dados censitários – e o principal deles é o
Quem trabalha na linha de frente da captação de alunos em instituições de ensino superior sabe que em alguns períodos a movimentação pode ser intensa. A régua de comunicação pode ajudar e muito nesses períodos. Em tempos de processo seletivo, a procura aumenta. E por isso que as atividades vão se multiplicar muito para quem precisa coordenar e executar todo o processo de atração, captação e matrícula de alunos.  E principalmente quando falamos de estratégias de captação sustentáveis, tudo isso pode ser um desafio que se renova a cada dia. Afinal, estamos sempre lidando com mudanças provindas do comportamento do nosso público. Essas mudanças aliás, não seriam um problema (tão grande) se a régua de comunicação da sua IE não precisasse de refação e análises em tempo real. Isto é, ela merece acompanhamento a todo o momento e deve receber adaptações de acordo com o que é demandado pelo mercado. Daqui surge a pergunta: será que a régua de comunicaçãoda sua IE está alinhada com o que o seu público espera receber? Mas você pode entender isso olhando em volta e se informando sobre o contexto que estamos vivendo. Um exemplo disso é entender que estamos em um período complicado
Não é novidade para você, leitor, que a procura pelo Ensino Superior Privado, principalmente na modalidade Presencial vem diminuindo, ano a ano, desde 2014. Naquele ano, haviam 4.68 milhões de alunos matriculados em cursos presenciais privados e o número de ingressantes era de 1.88 mi. Já em 2017, segundo dados, o último Censo do Ensino Superior, temos um total de 4.65 mi de alunos matriculados e 1.65 milhões de ingressantes no ano. Por outro lado, houve um aumento muito grande nas buscas pela modalidade EAD. Em 2014, eram cerca de 1 milhão de alunos matriculados nesta modalidade e em 2017 já haviam 1.6 milhões. E nos ingressantes, este número passou de 680 mil para 1 milhão, somente em 2017. Isso mostra uma mudança de comportamento em quem busca o Ensino Superior Privado. Muito se fala sobre a preferência pelo Ensino a Distância pela questão do preço, o que é realmente um fato. De acordo com o balanço divulgado pelo Semesp, a mensalidade média em cursos presenciais no Brasil é R$ 1.231 em instituições privadas. Já a mensalidade média dos cursos EaD é R$ 444. Mas além disso existe o fator cultural e a geração Millennial, que é o público
Sobre o mercado educacional e suas nuances, o que podemos ter certeza é que está sempre em movimento. Assim como o conhecimento e as pessoas para as quais ele está direcionado. Temos enfrentado mudanças de mercado velozes, capazes de extinguir profissões antigas e gerar muitas outras, que surgem de acordo com as demandas tecnológicas. O panorama com o qual nos deparamos é de incerteza: não sabemos o que estará em voga daqui a dez anos. Mas sabemos que o movimento de inovação está constante e cada vez mais rápido. E não é de se esperar que, perante esta onda de procura por conhecimento e habilidades, afinal, ninguém quer ficar de fora do mercado. Então eles deve começar a surgir novos meios de aprendizado (já abordamos o assunto “lifelong learners” nos últimos posts, que têm muito a ver com as novas tendências de acessibilidade ao conhecimento). Este movimento abriu caminhos para a flexibilização da oferta de cursos de pós graduação para empresas e órgãos de pesquisa. O que desde 2011 era restrito a IE. O que pode ser ao mesmo tempo um desafio e uma oportunidade para as IE. Que em sua maioria ainda não estão enxergando esta mudança com

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