Captação de Alunos

Todo mundo que lidera times sabe que grande parte de sua atenção acaba sendo voltada aos números. Só que isso não significa que eles devem dominar a sua atenção. Caso você tenha acabado de iniciar sua jornada profissional no mercado educacional e conhece pouco dos desafios que existem nele. Ou simplesmente está precisando de novas ideias sobre como liderar um time de captação de alunos. Então vou te dar algumas dicas neste post que poderão te ajudar a bater suas metas e enfim conquistar a satisfação do seu mantenedor. Como liderar: o que é um líder? Existe uma grande e fundamental diferença entre ser um chefe e um líder. Mas acredite, entender isso é o primeiro passo para ter a confiança da sua equipe e consequentemente alcançar grandes resultados na captação de alunos. O primeiro, o chefe, é aquele que manda e pronto. Não quer nem saber, a equipe que encontre uma maneira de fazer acontecer. Já o segundo é aquele que sabe os objetivos que deve alcançar, por isso, une suas informações e experiências às do seu time para, juntos poderem chegar ao topo. A grande maioria dos “chefes” não conhece a realidade da sua organização, não sabe
Parece que já virou parte do cotidiano das pessoas realizar buscas no Google. Existe até um verbo para isso: googlar (guglar) ou gugar. E os seus alunos não são diferentes na hora de escolher uma Instituição de Ensino ou o seu curso. Não sei se você está acostumado com a jornada de compra, representada pelas fases do funil de captação de alunos, mas essas buscas tem início na fase “Potencial” e se estendem até a fase de “Qualificado”. Essas são as etapas de descoberta de necessidade e consideração. A principal questão, então, é saber como você pode aproveitar os mecanismos de pesquisa na internet para ampliar o número de alunos. Vou mostrar no post de hoje algumas das principais buscas para que sua equipe possa criar conteúdos atraentes e relevantes para os seus visitantes. Não entendeu a parte de fazer conteúdos relevantes? Ok, vamos desde o princípio do processo então. Conteúdo com base nas buscas no Google Acredito que é bem claro o porquê devemos nos interessar pelos termos que os alunos e possíveis alunos buscam no Google, mas você sabe o que fazer com essa informação? Vamos supor que você descobriu que o termo “faculdade de direito em
Se você é um leitor frequente do nosso blog sabe que acompanhamos o mercado de educação brasileiro há muito tempo. Eu pessoalmente iniciei a trajetória neste mercado na metade da década de 90, logo após a aprovação da LDB (Lei 9394) em 1996. E de lá para cá, muita, mas muita coisa mesmo mudou, principalmente na captação de alunos. Ao longo destes mais de 20 anos, a educação superior passou de um negócio familiar, complementar aos demais níveis de ensino, para grandes corporações, consolidadas ou consolidadoras, com gestão profissional e ações listadas na bolsa de valores. É um amadurecimento muito expressivo em um tempo muito curto para um mercado que era bastante tradicional. Dentre os grandes grupos educacionais do país, um dos que tem tido grande destaque sem sombra de dúvidas é o Grupo Kroton. No dia 22 de dezembro de 2015, final do ano passado, o presidente da Kroton, Rodrigo Galindo, concedeu uma entrevista para o programa Conta Corrente da Globo News. O foco da entrevistadora, Juliana Rosa, era entender quais os fatores que levaram a Kroton a driblar a crise econômica. E principalmente a crise do FIES e como eles continuaram crescendo em um ano onde a
Cada vez mais os profissionais de marketing e vendas  entendem que a maneira de se comunicar e conquistar um candidato com o seu público alvo mudou. Não importa se são novas mídias, novos conteúdos, nova linguagem que você irá utilizar. O que importa é saber que , a empresa, instituição, escola, faculdade, universidade que se comunicar com seus possíveis alunos  como fazia há 5, 10 anos atrás, não colherá os resultados esperados. No mercado educacional isso não é diferente, também é possível sentir essa mesma mudança. Campanha após campanha fica mais difícil conquistar um candidato. Claro, muito por conta do cenário econômico do nosso país. Mas é o que costumo dizer é: não tem como conquistar resultados novos com ações antigas. O que descobriu-se é que o relacionamento é uma grande saída para esta nova realidade que vivemos. Afinal, é a partir dele que será possível entender perfis para atender demandas e, inclusive, adiantar tendências de mercado. Portanto, o que eu quero te mostrar hoje é o porquê você deveria planejar suas campanhas todas voltadas para o relacionamento com o candidato. Ou, se tudo der certo, seu futuro aluno. E não adianta ter método sem ferramentas que te auxiliam a
Quando iniciei o projeto do Blog do CRM Educacional, a ideia era ajudar os profissionais de educação de todo o país que têm entre suas atribuições a responsabilidade de captar e reter alunos. Com muito entusiasmo posso te afirmar: tenho atingido este objetivo todos os dias nos últimos dois anos. Mas como em qualquer negócio surgiram novas variáveis, novos insights e novas dúvidas e necessidades dos leitores do blog que eu ainda não havia abordado. Como o tema de hoje: As diferenças entre ERP e CRM. Como eu fiquei mais próximos destes profissionais por meio dos emails e ligações que troco diariamente, tenho me deparado com questões que eu não imaginava que faziam parte  do cotidiano de quem tem essa incrível missão de captar mais alunos. Veja, eu trabalho no ramo educacional há quase 20 anos, conheço a fundo a realidade deste mercado. Mas agora que eu converso com todo o Brasil, uma das dúvidas que mais tenho escutado ao falar de CRM é: qual é a diferença entre ERP e CRM? Então… hora de abordar esse assunto. Te convido a ler este texto mesmo que você não tenha me feito essa pergunta. Pois ele pode esclarecer dúvidas que
Matrículas caem 30% em  2015! Como se preparar para 2016? Não há duvidas que o Brasil é uma terra abençoada. Temos belezas naturais incontáveis, um povo multi cultural que tira água de pedra, uma grande quantidade de recursos naturais. A maior reserva de água potável do planeta e, até 2011, éramos a sexta economia do mundo. Falando nela, a economia, ultimamente não temos nos saído muito bem neste quesito. Nos últimos 4 anos perdemos duas posições e agora somos a oitava economia do mundo. Porém, mais alarmante do que isso. É que entre 2012 e 2015 caímos da 42ª posição para a 75ª no ranking de economias mais competitivas do mundo.   O relatório que trata deste último ranking destaca que a economia brasileira sofre com a deterioração de fatores básicos para a competitividade. Como a confiança nas instituições e déficit das contas públicas, e fatores de sofisticação dos negócios, como a capacidade de inovar e EDUCAÇÃO (grifo nosso). Deixa eu te explicar o por que estou dizendo isso: O ano de 2015 mal tinha começado e várias “bombas” já estouravam no cenário nacional. Alguns projetos que o governo havia implantado no último mandato começaram a cair por terra,

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