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4 mitos sobre o uso de sistemas de gestão educacional

4 mitos sobre o uso de sistemas de gestão educacional

Publicado em 10 Maio 2018 e escrito por

Aplicar tecnologia na administração de um negócio é uma prática cada vez mais comum, inclusive em instituições de ensino. Há cada vez mais escolas, cursos e universidades adotando um sistemas de gestão educacional para otimizar o gerenciamento de estudantes, professores e outros profissionais da instituição.

Porém, ainda existem muitos mitos sobre estas ferramentas, o que afasta pessoas do investimento. Entender quais informações são reais, pode abrir novas opções para sua instituição, dando acesso ao planejamento para se investir em recursos robustos como Dynamics CRM.

Para que você não se engane em suas escolhas, separamos, aqui, 4 destes mitos, destacando qual é a verdade por trás deles. Acompanhe:

1. O custo é muito elevado

Um dos primeiros argumentos usados contra o sistema de gestão educacional, antes de ser implementado, é de que seu custo de instalação, aquisição e treinamento não compensa os benefícios que a ferramenta pode trazer ao longo do tempo. Em geral, essa é a primeira barreira que precisa ser superada na adoção dessa tecnologia.

É verdade que, um dia, a adoção desse tipo de sistema já foi bem complexa, graças à instalação do hardware. Porém, com acesso ao armazenamento em nuvem, já é bastante comum que eles não demandem qualquer processo de instalação complexo, reduzindo, assim, seus custos e aumentando o seu ROI.

2. Uma planilha já é o suficiente

Em muitas instituições de ensino, os profissionais ainda preferem lidar com planilhas impressas ou em computadores ao invés de adquirir um novo sistema. De fato, se ela for preenchida rapidamente, com margem de erro mínima e sempre atualizada, será suficiente para o negócio. Porém, isso raramente acontece, não é mesmo?

Registrar nomes, contatos, endereços, frequência de ligações, principais dúvidas, entre outras informações, é bem difícil de ser feito manualmente. O tempo necessário para cumprir essa tarefa pode exigir uma equipe inteira, isso sem falar nas chances de erros, afinal, estamos falando de trabalho humano.

Ao investir em um CRM integrado, você pode otimizar seus recursos e minimizar qualquer erro de preenchimento.

3. Melhor não investir em períodos de recessão

Outro argumento que atrasa bastante a implementação do sistema de gestão educacional é o período de baixa captação da instituição. No senso comum, é melhor fazer esses investimentos quando os recursos são vastos e há menor risco envolvido.

Porém, esse argumento não possui muita base. Adquirir esse tipo de tecnologia que potencializa seu negócio, pelo contrário, é uma ótima forma de sair de um período de recessão.

Pesquise as melhores opções no prêmio top educação que traz inúmeros resultados graças à adoção dessas inovações de gestão e controle nas melhores instituições do país.

4. É muito difícil de usar os sistemas de gestão educacional

Muitas pessoas têm medo de novos recursos porque não entendem como eles funcionam. É certo que um profissional pode ter medo de não acompanhar o ritmo e ficar para trás diante dos demais. Contudo, vale lembrar que estas ferramentas evoluíram para serem cada vez mais intuitivas. Sua acessibilidade é maior, independente do domínio de outras tecnologias. Com um pouco de prática, este sistema será tão prático quanto um bloco de notas.

Agora que você conhece as verdades sobre sistema de gestão educacional, é hora de adotar um em sua instituição. Que tal conhecer uma opção agora mesmo? Entre em contato com a CRM Educacional e veja como nosso sistema pode auxiliar!

Sobre o autor:

Daniel Antonucci Mestre em Educação e possui MBA em Marketing e em Gestão Acadêmica e Universitária. Apaixonado por Gestão, Tecnologia e Relacionamentos e com experiência de mais de 15 anos no Ensino Superior Brasileiro é CEO e co-fundador do CRM Educacional, empresa especializada em CRM para Instituições de Ensino. É também sócio e conselheiro da 5Seleto – Agência de Marketing Digital especializada em Educação, conselheiro da Bearings Vocacional, empresa especializada em orientações de carreiras e também atua como Docente em cursos de MBA e em oficinas e cursos do SADEBR – Seminário de Ações Digitais na Educação Brasileira.

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