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Como converter leads que deixaram a inscrição incompleta

Como converter leads que deixaram a inscrição incompleta

Publicado em 23 dezembro 2014 e escrito por

Provavelmente uma das suas maiores preocupações seja captar mais alunos para sua IES. Atrair e matricular cada vez mais pessoas para melhorar  a sustentabilidade  da instituição em que trabalha e atingir suas metas pessoais e profissionais. Mas se para você e para sua IES +Aluno = +Sustentabilidade e + Sucesso, o que representa uma inscrição incompleta?

Como venho dizendo recentemente aqui no Blog, o processo de captação de alunos se divide em várias fases e estou abordando algumas formas que acredito que vão te ajudar a melhorar a taxa de  conversão na fase de inscrição de novos candidatos.

Dessa vez eu trago um novo questionamento: o que você faz com os interessados que deixaram a inscrição incompleta?

Espera um pouco, você sabe quantas pessoas deixaram a inscrição incompleta na sua última campanha de vestibular?

Seu número de inscritos eu sei que você conhece, mas e o número de inscrições incompletas? Ah, sua ficha de inscrição atual não controla isso né…

Se você não faz ideia de quantas pessoas chegam até sua ficha de inscrição e abandonam o cadastro antes de concluí-lo, tenha consciência de que esses leads poderiam ser convertidos em inscrições e consequentemente em alunos e que você está aceitando essa perda. Se quer começar a trabalhar esse número, vamos pensar juntos.

Por que trabalhar uma inscrição incompleta

De início, eu gostaria de exemplificar o quanto uma perda impacta, seja ela em qualquer parte do funil de captação de alunos.

Pense que em uma campanha de vestibular você conseguiu 1000 inscritos, 700 inscritos pagos, 400 aprovados e 180 matriculados. São 1000 possíveis alunos a serem trabalhados por você no processo de captação de alunos, certo? Nesse caso, apenas 180 desses possíveis alunos se tornaram alunos de fato, uma conversão de 18%.

É evidente que existe muitas perdas durante esse processo, mas tem uma coisa que não estamos analisando neste processo: o número de pessoas que chegaram até a inscrição mas não se tornaram candidatos. Vamos supor que você conseguisse que 30 desses desistentes voltassem e concluíssem a inscrição no seu vestibular. Trabalhando com a mesma taxa de 18% em cima desses 1030 inscritos, você conquistaria mais R$19.200,00 para a sua IES na mesma campanha, já que você conquistaria mais 5 alunos e tomando como base um ticket médio de R$400,00 de mensalidade durante 4 anos, tendo o simples esforço de reconquistar esses interessados. Lembrando que este contato pode ser automático se você utilizar um sistema CRM integrado a sua ficha de inscrição.

Como trabalhar uma inscrição incompleta?

Para conseguir captar as informações de uma inscrição incompleta, você deve trabalhar com uma ficha de inscrição realizada em etapas. Isso significa que você distribui  as informações necessárias para a inscrição de um candidato em algumas etapas e sempre que este interessado avançar no cadastro, seus dados serão gravados.

Ainda te dou mais uma dica:

Peça NOME e EMAIL logo na primeira etapa da inscrição. Assim, você pode criar um workflow que envie um conteúdo específico para quem avançou para a segunda fase mas deixou sua inscrição incompleta. Este workflow, fluxo de trabalho automático, será acionado sempre que um interessado sair da ficha de inscrição deixando uma inscrição incompleta. Toda essa automação é feita por um sistema CRM integrado à sua ficha de inscrição, dessa forma você consegui identificar cada passo dado pelo seu futuro aluno e intervir sempre que for preciso reconquistá-lo.

Acesse nossos materiais para obter mais dicas ou entre em contato com a gente.

Vamos construir juntos?

Sobre o autor:

Daniel Antonucci CEO e Co-Founder na CRM Educacional, empresa especializada em Captação, Permanência e Fidelização de Alunos, também atua como docente em cursos de MBA de Marketing e de Tecnologia da Informação e realiza palestras em diversas Faculdades e Universidades pelo Brasil. Possui formação em Inovação e Empreendedorismo em Stanford, MBA em Marketing pela ESPM e Mestrado em Gestão pelo Centro Paula Souza, onde desenvolveu pesquisa sobre Modelos de Maturidade de Gestão Acadêmica em Instituições de Ensino Superior, além de especialização em ferramentas de CRM como o Dynamics CRM da Microsoft. Atua também no Conselho de Administração de empresas de marketing e tecnologia.

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