Captação de Aluno COVID-19

Em março de 2020, a pandemia do covid-19 fez com que as escolas interrompessem suas atividades presenciais e implementassem soluções de ensino remoto de maneira emergencial. Para isso, é fundamental a adoção de tecnologias que permitem a comunicação, interação e avaliação dos estudantes.    Com o objetivo de garantir a continuidade do processo de ensino e aprendizagem, cada instituição de ensino adotou práticas em velocidades diferentes e de acordo com a sua própria realidade. Após o retorno das aulas presenciais, essas iniciativas deixaram um legado do uso da tecnologia em grande parte das escolas.  O que é ensino remoto? O ensino remoto é uma modalidade referente às atividades de ensino mediadas por tecnologia, mas que são orientadas pelos princípios da educação presencial.    Assim, os estudantes assistem às aulas virtualmente no mesmo período em que estariam presentes na instituição de ensino, respeitando a carga horária de cada série e o plano pedagógico.    Na prática, a rotina de sala de aula é mantida através de um ambiente virtual acessado por professores e alunos em diferentes localidades.    A principal diferença entre o ensino remoto e o ensino à distância (EAD) é a transmissão em tempo real das aulas, já que o EAD tem
Que a atual pandemia tem afetado a economia não é novidade, não é mesmo? Muitos acreditam que um dos setores mais prejudicados é o da educação privada. Além da dificuldade em manter os alunos matriculados neste cenário de distanciamento social e instabilidade financeira, o corte de R$4,2 bilhões no orçamento previsto pelo MEC para 2021 deve gerar uma nova crise para o setor. Diversificar o ensino pode ser uma solução. Para tentar diminuir os impactos nas instituições privadas, existe inclusive um projeto de lei para tentar assegurar a continuidade das atividades no ensino superior. Afinal, a inadimplência e a evasão aumentaram de maneira muito significativa, prejudicando a saúde financeira das instituições. Portanto, para superar esta situação, a educação privada deve buscar pela ampliação de receita, diversificando o ensino.    A CRM Educacional, como apoiadora do mercado educacional vem realizando uma série de conteúdos de benchmark entre as instituições. Além é claro dos serviços e produtos que oferece com o intuito de apoiar a captação e permanência dos alunos.    O que os indicadores apontam   De acordo com um levantamento realizado pelo Semesp, a taxa de evasão no mês de maio subiu 14,2% em comparação com 2019. E a de inadimplência aumentou 51,7%. Mas a inadimplência e a evasão
Enfim chegamos à fase final do funil. Pois é, já escrevi sobre quase todas as fases de decisão de um futuro aluno, faltando apenas a mais importante de todas: a matrícula. Isso significa que, se você conseguir matricular mais alunos e colocar em prática tudo o que disse até aqui, na sua próxima campanha de vestibular, terá ferramentas poderosas para vencer o desafio que é captar alunos no atual cenário brasileiro.  Neste último post da série sobre o funil de ações comerciais para captação de alunos, vamos falar sobre o momento em que as ações se convertem em resultados. Tudo o que você fez até aqui refletirá no seu número de aprovados, então agora é importante entender como consolidar seu posicionamento e se mostrar como a opção mais atrativa para o candidato aprovado efetivar sua matrícula.  Sem mais demora, vamos logo começar nosso papo de hoje: o que você faz com os candidatos aprovados no vestibular?  Tendo em vista a perda que ocorre na transição de candidato aprovado para aluno matriculado, vamos discutir um pouco sobre as causas desse movimento de desistência. O que leva um indivíduo que mostrou interesse em ingressar em um curso superior, se inscreveu na sua instituição para tal e, no final das contas, escolheu a IES concorrente? Não dá para
Indiscutivelmente, o mercado educacional está vivendo um novo cenário. Com a portaria lançada pelo Ministério da Educação autorizando a substituição de todas as disciplinas presenciais por disciplinas virtuais. As tecnologias ganharam força nas instituições de ensino. Que precisaram se reorganizar, de maneira muito rápida, para aderirem à nova regra de distanciamento social gerada pela COVID-19. Passado este susto, agora a atenção das instituições de ensino se voltou para a captação do novo intake – novo período de processo seletivo. Como por exemplo 2020/2 – que também precisa de novos recursos e argumentos para seus candidatos. Confira abaixo algumas dicas para a sua instituição manter o processo de captação de alunos em meio a este cenário de pandemia. A captação no ensino superior e argumentos de venda Algumas instituições de ensino já estão com seus processos seletivos para o segundo semestre abertos, outras ainda se questionam: Vale a pena captar agora? A resposta é SIM! A captação gera receita para a IE por no mínimo 4 anos. Portanto, ainda que estejamos em um momento incerto, é bem provável que o reflexo do momento atual não permaneça por todo este tempo. Além disso, manter a captação agora é uma forma de
Vamos falar a verdade: O setor de educação foi duramente atingido pelos impactos causados pelo COVID-19. É aterrorizante, triste e doloroso acompanhar todos os dias, o elevado número de vítimas causadas pela pandemia. E na economia, os impactos estão sendo devastadores em muitos setores. No setor da educação privada, especialmente o segmento de ensino superior privado, o cenário é, no mínimo, muito preocupante. Para começar, li a seguinte notícia no site Relatório Reservado em 21/5/20: “…Vinte instituições de ensino superior preparam-se para fechar as portas de uma só vez. As universidades estão concentradas em Brasília, São Paulo e Minas Gerais. De acordo com uma fonte do Ministério da Educação, os pedidos de descredenciamento voluntário. Rito necessário para o encerramento das atividades já foram encaminhados ao Conselho Nacional de Educação (CNE). A “contaminação” não deve parar por aí. No CNE, já se dá como certa uma nova leva de solicitações para junho. O segmento de ensino superior foi duramente atingido pela combinação da pandemia com a redução do Fies. O orçamento do Fundo para este ano é de R$ 10 bilhões, R$ 3 bilhões a menos do que no ano passado. À navalhada no crédito público soma-se ainda o aumento
A pandemia do COVID-19 representa um desafio não só para as autoridades de saúde e governantes. Mas também para o setor educacional de todo o país, em termos de planejamento das medidas e comunicações a serem tomadas. Além disso repensar novas estratégias para otimizar a permanência dos alunos, este é o momento de desenvolver uma estratégia de comunicação eficiente para identificar. E assim divulgar as ações que serão adotadas para o enfrentamento da crise. Por isso reunimos aqui algumas dicas essenciais para sua instituição desenvolver conteúdo de relevância e se comunicar de forma objetiva com seu público. Então siga com a leitura e saiba como planejar uma estratégia de comunicação eficiente durante a crise do coronavírus. Defina uma equipe preparada Centralizar em uma única equipe a função de ser a fonte de informação externa vai garantir um posicionamento unificado e, principalmente, evitar ruídos na comunicação. Para isso, é importante capacitar estes colaboradores para que eles possam auxiliar no momento de crise e tornarem os porta-vozes oficiais. Contribuindo para a construção de uma imagem positiva da sua instituição. Identifique o que seu público deseja saber Neste cenário, é essencial que sua instituição de ensino já tenha segmentando toda a base

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